Hoje voltamos a um tema muito dissecado pelos especialistas, pelos pais, pelas mães e pelas pessoas. Estamos a falar da alimentação e das suas componentes, que são cruciais naquilo que é o crescimento e desenvolvimento do pequeno.
Nesta publicação queremos destacar algo que vem com a ação de comer — saborear a comida. Nós, seres humanos, somos muito expressivos e sabemos quando gostamos de algo, que despoleta aquela sensação de prazer e, por isso, saborear é uma ação que está completamente inerente à comida. O bebé, tendo esta fase de descoberta na alimentação, ainda é mais prazeroso para eles. Sentir as texturas, descobrir os mil e um sabores que encontra a cada refeição e as suas reações a cada alimento que passa a ser o seu favorito, até surgir um novo.
Para os pais, ver os seus pequenos a saborear é a coisa mais deliciosa. Dar-lhes a oportunidade de começar a formar o seu paladar e permitir-lhes, desde cedo, experimentar alimentos que vão gostar mais e outros vão dar uma segunda oportunidade, pois não querem deixar nenhum de fora.
Mas e dentro da barriga? É possível que o bebé possa já ter possibilidade de começar a formar as suas preferências gustativas? Ficámos surpreendidos, quando fomos verificar nas nossas pesquisas que, efetivamente, as preferências dos bebés podem começar a ser criadas desde a barriga da mãe.
Pelo que conseguimos perceber, alguns alimentos que a mãe possa ingerir no seu período de gravidez pode influenciar, desde cedo, as preferências gustativas do pequeno. Alguns aromas de certos alimentos como o alho, o caril, a banana ou a baunilha são capazes de atravessar a placenta e entrar no líquido amniótico durante a gravidez, o que tal pode comprovar que o bebé pode estar sujeito a estes estímulos e sabores, mesmo estando ainda na barriga da mãe.
No período de amamentação é, igualmente, possível que certos alimentos consumidos possam ser encontrados no leite materno, pelo que consumido pelo bebé, será mais uma oportunidade para o pequeno de poder criar as suas preferências gustativas. Além disso, a exposição das crianças a esta variedade de sabores, desde pequeninos, tende a facilitar a sua adaptação a novos alimentos, que crianças que apenas são alimentadas pelo biberão. Contudo, é apenas uma comparação que podemos concordar ou não, pois consideramos que o contexto e situação em que o bebé é exposto, desde cedo, é extremamente determinante para a formação de certos aspetos no futuro, neste caso a alimentação.
Esta exposição a certos sabores faz com que, mais tarde, os pequenos apresentem uma tendência para optarem por alimentos que gostaram desde o primeiro dia, seja no período de gravidez ou no período de amamentação.
Hoje trouxemos um tema sobre alimentação, que considerámos interessante e curioso, sobre aquilo que é o crescimento e desenvolvimento dos mais pequenos. Neste caso, a influência dos hábitos alimentares que a mãe tem e aquilo que é transmissível para o bebé tanto na gravidez como na amamentação. Sem dar conta, mas a mãe já começa a mostrar o mundo cá fora e o pequeno já vem com algumas preferências gustativas mais ou menos definidas e vai ver que ele ainda vai mostrar isso mesmo.
E vocês? Mães por aí, conseguem comprovar este tema que hoje trouxemos no blogue? Qual foi o alimento que ficaram admirados de o vosso bebé adorar? Queremos saber a vossa experiência. Queremos saber a vossa opinião.






