Na publicação de hoje, queremos voltar a um assunto que não gostamos de abordar, mas que é algo importante de perceber, quando o nosso bebé está a crescer e a desenvolver-se. Estamos a falar dos pequenos e importantes problemas.
São fases que o pequeno passa, mas nós (pais) queremos sempre que elas passem rápido ou que nunca tivessem acontecido. Nós compreendemos perfeitamente. Contudo, consideramos que é sempre bom estarmos informados e, quem sabe, termos alguns truques que sejam infalíveis para que ambos passemos estas situações da melhor forma possível.
O pequeno e importante problema de hoje é a bronquiolite. Sabemos que é algo que incomoda a parte da garganta, mas quisemos compreender o que acontece e formas de podermos agir. Desta modo, fomos fazer as nossas pesquisas e vamos partilhar tudo com vocês.
Segundo a nossa análise, a bronquiolite é uma condição respiratória comum que afeta muitos bebés, principalmente no período de inverno. É uma infeção viral causada por um vírus. Tal infeção provoca uma inflamação e obstrução nos bronquíolos, o que faz com que haja dificuldade respiratória. É contagioso e pode-se espelhar por gotículas respiratórias, quando uma pessoa infetada tosse ou espirra. O vírus pode sobreviver várias horas, tornando-se mais fácil de o bebé contraí-lo pelo toque.
Sendo algo bastante comum, é importante que os pais conheçam esta doença, bem como os seus sintomas, para pedirem uma ajuda médica adequada e adotarem medidas preventivas.
Pelo que conseguimos perceber, a lista de sintomas desta doença é composta, pelo que inclui:
- Congestão nasal: o nariz pode estar entupido ou com secreções derivado da inflamação das vias nasais;
- Febre: alguns bebés podem desenvolver febre;
- Fadiga e irritabilidade: o bebé pode sentir-se cansado e irritado, pelo que pode afetar a parte alimentar e do sono;
- Dificuldade em respirar: respiração mais rápida ou dificuldade, pela dilatação das narinas; a existência de respiração ofegante e com pieira será um sinal preocupante;
- Tosse: a tosse persistente e com expetoração é um sintoma comum.
Agora que sabemos os sintomas, queremos perceber como podemos tratar a bronquiolite. O primeiro aspeto que se destacou foi o facto de não ser através da toma de antibiótico, que está a solução. A maioria dos casos de bronquiolite podem ser tratados em casa, através das seguintes práticas:
- Aspiração nasal: utilizar um aspirador nasal ou uma seringa para aliviar a respiração e reduzir a congestão;
- Monitorização: devemos estar atentos à respiração e condição geral do nosso pequeno; caso sintamos o agravamento dos sintomas, devemos procurar o médico, para que nos ajude a notar as dificuldades e situação do nosso pequeno;
- Elevar a cabeça: elevar a cabeça do berço é uma prática que poderá ajudar a aliviar a respiração e reduzir a congestão.
Além destas práticas para o tratamento, verificámos que poderão existir algumas situações que se podem destacar, para pedir ajuda médica. Embora seja uma doença que seja resolvida com cuidados de suporte, alguns bebés podem desenvolver sintomas graves, necessitando de atenção médica:
- Agravamento de tosse: períodos persistentes de tosse deverão ser avaliados pelo profissional de saúde;
- Desidratação: sinais como redução de produção de urina ou boca seca devem ser vigiados;
- Dificuldade a respirar ou respiração rápida: na eventualidade da respiração ficar rápida ou difícil, deve ser procurada ajuda médica.
Sabendo como surge, os sintomas e a forma de agir numa situação de bronquiolite, queremos perceber formas de prevenção. Podemos partilhar algumas práticas que encontrámos, que chamaram a nossa atenção:
- Lavagem frequente das mãos com água e sabão ou utilização de desinfetante para as mãos, para prevenir a propagação de vírus;
- Evitar a exposição ao fumo: evitar ambientes com fumo de tabaco, pois pode piorar sintomas respiratórios;
- Vacinação: um plano de vacinação atualizado, incluindo a vacina da gripe, pode ajudar a prevenir certas infeções virais;
- Evitar contacto com indivíduos doentes: limitar o contacto e exposição a pessoas com sintomas de constipação, pode ajudar.
Bem, como sempre são publicações com muita informação, mas consideramos que são essenciais e serão sempre uma pequena ajuda nesta fase mais atribuladas. Contudo, queremos referir que esta informação é genérica, pelo que caso haja algum aspeto pouco comum, devemos sempre consultar o médico.
Até lá, estaremos mais atentos a mais pequenos e importante problemas que possam surgir no crescimento e desenvolvimento do bebé.
E vocês? Pais já passaram por esta fase com o vosso bebé? Que dicas podem dar e que resultaram na passagem desta doença? Queremos saber a vossa experiência. Queremos saber a vossa opinião.





